17.3.08
Previous Posts
- Fomos... "We were the last romantics - chose for ...
- The Otherworld Daily News (1) Lição de geografia...
- Contos da janela que bradaTrata-se (e é isso que é...
- Dead can dance - Marinheiro do mar morto, porque ...
- Uma história para criançasOne, two, three, four,li...
- Quis escrever. Como quase sempre, comecei por busc...
- EyakFalam hoje os jornais de muitas coisas. Às bol...
- Post mortemA Libânia de Magalhães, avó bruxa do me...
- Proibida a entrada a ranhosos saudáveis
- Não ando capaz de escrever, há algum tempo não and...
Archives
- Março 2004
- Abril 2004
- Maio 2004
- Junho 2004
- Julho 2004
- Agosto 2004
- Setembro 2004
- Outubro 2004
- Novembro 2004
- Dezembro 2004
- Janeiro 2005
- Fevereiro 2005
- Março 2005
- Abril 2005
- Maio 2005
- Junho 2005
- Julho 2005
- Agosto 2005
- Setembro 2005
- Outubro 2005
- Novembro 2005
- Dezembro 2005
- Janeiro 2006
- Fevereiro 2006
- Março 2006
- Abril 2006
- Maio 2006
- Junho 2006
- Julho 2006
- Agosto 2006
- Setembro 2006
- Outubro 2006
- Novembro 2006
- Dezembro 2006
- Janeiro 2007
- Fevereiro 2007
- Março 2007
- Abril 2007
- Maio 2007
- Junho 2007
- Julho 2007
- Setembro 2007
- Outubro 2007
- Novembro 2007
- Janeiro 2008
- Fevereiro 2008
- Março 2008
- Abril 2008
- Maio 2008
- Novembro 2008
- Janeiro 2009


6 Comments:
Já reparaste que este ano a sexta feira de trevas é no dia em que acaba o predomínio da noite? Estava a pensar nisto quando li o último sermão da quaresma (agora chamam-lhe conferência...) do D. Manuel Clemente - que recomendo por várias razões... entre elas uma enorme beleza!
Algumas coisas aí ditas e/ou citadas, parecem ter sido ditas para a tua ribeira:
" ...Dois anos depois, Sophia (de Mello Breyner) publicava Coral. Onde encontramos versos de fogo, mesmo que de sugestão marinha. Como estes, em que a esperança, urgindo vivíssima, como que não tendo tempo já para algo de outro, se torna quase militante: “Chamo-Te porque tudo está ainda no princípio / E suportar é o tempo mais comprido. / Peço-Te que venhas e me dês a liberdade, / Que um só dos Teus olhares me purifique e acabe. / Há muitas coisas que eu não quero ver. / Peço-Te que sejas o presente. / Peço-Te que inundes tudo. / E que o Teu reino antes do tempo venha / E se derrame sobre a Terra / Em primavera feroz precipitado.
Mas Sophia aprendeu – e ensinou também – que tanta urgência do dia tinha de atravessar a noite. A “noite” de que todos falam, os “salvos na esperança”, todos os que caminham e navegam. Como esta que a nossa poetiza – tão solar! – cantará anos depois: “A noite abre os seus ângulos de luz / E em todas as paredes te procuro / A noite ergue as suas esquinas azuis / E em todas as esquinas te procuro / A noite abre as suas praças solitárias / E em todas as solidões eu te procuro / Ao longo do rio a noite acende as suas luzes / Roxas verdes e azuis / Eu te procuro".
A noite ... tão negra... com tanta luz lá dentro!
E logo a seguir a Anunciação ... e o teu comentário sobre o Gérard David:
“A Rainha do Mundo como Senhora Negra: Terra renovada, que se faz noite para receber a luz: Fiat mihi voluntas tua”.
Parabéns pelos 4 anos Ribeira (antecipados, porque nessa altura vou estar bem longe do computador).
Desejo-te uma santa Páscoa (sim, eu gosto da palavra santidade...)
See here or here
Cheguei aqui pelo teu comentário no Goth Land e por recomendação do Lord:)
Hoje é mesmo só para dizer "Olá!"
Mas voltarei com mais tempo, para te ler de fio a pavio, pode ser?:)
Abraço.
Andorinha, os amigos do Lord são sempre bem vindos... Também tenho lido os vossos diálogos.
Encontramo-nos, então, quando quiseres.
Bem, então vim aqui abrir as janelas, dar uso às portas, regar as plantas. Não pode ficar ao abandono... para sempre. ;)
Excepto quando se morre. E mesmo assim se visitam os jazigos.
Está combinado.
Agradeço a simpatia. Voltarei...
Enviar um comentário
<< Home